Desmatamento é um termo que serve
para designar a prática de desmatar grandes áreas, seja para explorar a
madeira, seja para criar pastos ou plantações imensas, para a mineração ou,
ainda, para lotear terrenos na periferia das cidades.
Sem um controle sobre a
velocidade, o ritmo e a dosagem do desmatamento em cada região, corremos o
risco de perder a maior parte da nossa biodiversidade.
Mas isso não é tudo. O
desmatamento causa a erosão, a perda de fertilidade do solo e o assoreamento
dos rios. Além de acabarem com as paisagens, seus ecossistemas e sua
biodiversidade, é uma ameaça ao solo e aos cursos de águas das regiões
desmatadas e de suas vizinhanças.
Por fim, o desmatamento pode
interromper os serviços de regulação do clima, da umidade e do ar.
Na maioria das vezes, as
queimadas são as fontes mais agressivas de destruição de paisagens naturais:
seus ecossistemas, seu equilíbrio e sua riqueza. Numa única queimada, podem se
perder dezenas de espécies animais e vegetais que jamais se tornarão
conhecidas!
Além disso, como todos sabem, as
queimadas poluem o ar e, com ele, os pulmões da população.
Se não respeitarmos o ritmo da
natureza, se não planejarmos o futuro, ficaremos sujeitos a viver na paisagem
daquele filme de terror: um grande lixão quase indestrutível!
Os rios por sua vez levarão a
porcaria que recebem por toda parte, matando animais e algas, infectando pastos
e lavouras, causando doenças com diarreia, hepatite ou câncer. Tudo isso para,
finalmente, com toda a sua descarga, desaguarem no mar de nossas belas praias.
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